Por muitos anos eu vivi em função de uma pergunta: “será que eles me aceitam?”. Eu queria agradar, queria ser visto, queria caber. E fui longe demais nessa busca.
Para ser aceito eu dizia sim quando queria dizer não, entrava em ambientes que me faziam mal, aceitava o que não me servia. Tudo para não correr o risco de ficar de fora.
Passei tanto tempo buscando a validação dos outros que esqueci a minha própria voz.
Essa frase falou com você? Envie para alguém que precisa ler isso hoje.

Quando agradar vira autossabotagem
A necessidade de aprovação me empurrou para perto de coisas que me destruíam. Eu trocava a minha verdade por um lugar na roda — e cada troca dessas tirava um pedaço de mim.
Recuperar a minha voz foi parte central do tratamento. Aprender que eu não preciso da aprovação de todos para ter valor mudou a forma como eu vivo.
A busca desmedida por aceitação enfraquece os limites. Sem limites, fica mais fácil aceitar ambientes e substâncias que machucam.
O que fazer agora
- Pratique dizer não sem culpa — limite é autocuidado.
- Observe quais ambientes te puxam para baixo e se afaste deles.
- Trabalhe a autoestima com apoio profissional, não com plateia.
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